De 2010, Ex-tado do Paraná, do SOLDA
Por que, filho, te perturbas a ponto de retardar os passos? Em que te incomoda o murmurar desta gente? Dante Alighieri
Do coração e outros corações
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Du SOLDA!
Que tipo de bar você frequenta?
Um guia prático pra quem costuma tomar umas e outras pra criar coragem e enfrentar a vida cara a cara.
Bar Charel. Ambiente sóbrio, freqüentado por aqueles que concluiram o curso de ensino superior.
Bar Bilônia. Esplendoroso, embora os fregueses cultivem hábitos e costumes dissolutos, o que leva o bar a estar em constante decadência.
Bar Coniano. Clientes cadastrados. Para obtenção do cadastro é preciso ser partidário da filosofia de Francis Bacon.
Bar Quiteriólogo. Frequentado por bacteriologistas.
Bar Dalação. Pra quem gosta de acontecimentos sociais, cuja finalidade é a autopromoção.
Bar Derna. Bar preferido por bagunceiros de toda espécie para que, ao se embriagarem, promovam atividades pândegas.
Bar Fafá. Fecha sempre antes do último tumulto, antes que a confusão se alastre.
Bar Gatela. Onde os preços são uma ninharia.
Bar Gaço. Estabelecimento de mau aspecto, envelhecido.
Bar Gulho. Ao lado do Bar Gaço.
Bar Nana. Frequentado por frouxas e palermas.
Bar Afunda. Ninguém se entende. O ambiente é uma baderna. Bêbados fazem algazarra, garçons sobem nas mesas. E ninguém reclama. O importante é a balbúrdia.
Bar Agnose. Frequentado única e exclusivamente por pessoas que não sentem o peso do corpo. Nem do copo.
Bar Alho. Admite somente 52 fregueses, divididos em quatro naipes, séries de ás a rei, com peças intermediárias até dez e mais as figuras do valete e da dama. O garçom é o curinga.
Bar Atinado. Ambiente transtornado, perturbado. Uma loucura.
Bar Atinha. Para as pessoas que acordam transformadas em baratas. Ou em baratinhas.
Bar Bada. Local indicado para quem está acostumado a vencer facilmente a ressaca no dia seguinte. Mesmo que seja de licor de ovos.
Bar Bacenense. Estabelecimento onde é proibida a entrada de pessoas não nascidas em Barbacena/MG.
Bar Bearia. Loja de barbeiro, com botequim anexo. Para quem gosta de beber com um pano quente no rosto.
Bar Bicha. Boteco suspeito.
Bar Bitúrico. Um barato. Casa especializada em batidinhas ácidas.
Bar Ganha. Onde se pode beber na base da troca. Depois do terceiro uísque só são permitidas trocas de impressões.
Bar Nabé. Bar preferido por funcionários públicos de categoria modesta, embora até hoje nenhum deles tenha sido encontrado no local. Apenas os respectivos paletós nas cadeiras.
Bar Baridade. Um espanto de bar, tchê! Bah!
Bar Bante. Para quem está com a vida por um fio.
Bar Bilônia. Esplendoroso, embora os fregueses cultivem hábitos e costumes dissolutos, o que leva o bar a estar em constante decadência.
Bar Coniano. Clientes cadastrados. Para obtenção do cadastro é preciso ser partidário da filosofia de Francis Bacon.
Bar Quiteriólogo. Frequentado por bacteriologistas.
Bar Dalação. Pra quem gosta de acontecimentos sociais, cuja finalidade é a autopromoção.
Bar Derna. Bar preferido por bagunceiros de toda espécie para que, ao se embriagarem, promovam atividades pândegas.
Bar Fafá. Fecha sempre antes do último tumulto, antes que a confusão se alastre.
Bar Gatela. Onde os preços são uma ninharia.
Bar Gaço. Estabelecimento de mau aspecto, envelhecido.
Bar Gulho. Ao lado do Bar Gaço.
Bar Nana. Frequentado por frouxas e palermas.
Bar Afunda. Ninguém se entende. O ambiente é uma baderna. Bêbados fazem algazarra, garçons sobem nas mesas. E ninguém reclama. O importante é a balbúrdia.
Bar Agnose. Frequentado única e exclusivamente por pessoas que não sentem o peso do corpo. Nem do copo.
Bar Alho. Admite somente 52 fregueses, divididos em quatro naipes, séries de ás a rei, com peças intermediárias até dez e mais as figuras do valete e da dama. O garçom é o curinga.
Bar Atinado. Ambiente transtornado, perturbado. Uma loucura.
Bar Atinha. Para as pessoas que acordam transformadas em baratas. Ou em baratinhas.
Bar Bada. Local indicado para quem está acostumado a vencer facilmente a ressaca no dia seguinte. Mesmo que seja de licor de ovos.
Bar Bacenense. Estabelecimento onde é proibida a entrada de pessoas não nascidas em Barbacena/MG.
Bar Bearia. Loja de barbeiro, com botequim anexo. Para quem gosta de beber com um pano quente no rosto.
Bar Bicha. Boteco suspeito.
Bar Bitúrico. Um barato. Casa especializada em batidinhas ácidas.
Bar Ganha. Onde se pode beber na base da troca. Depois do terceiro uísque só são permitidas trocas de impressões.
Bar Nabé. Bar preferido por funcionários públicos de categoria modesta, embora até hoje nenhum deles tenha sido encontrado no local. Apenas os respectivos paletós nas cadeiras.
Bar Baridade. Um espanto de bar, tchê! Bah!
Bar Bante. Para quem está com a vida por um fio.
Solda (década de 70)
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Começou ...ou melhor, recomeçou!
charge do SOLDA
Eu lamento a saída do Haddad do Ministério da Educação. Era um técnico, educado, bem humorado e, mais uma vez, polido. Foi um bom técnico. Bem diferente do Tarso Genro que permitiu que as escolas privadas dessem uma abocanhada nos professores quando estendeu o prazo dessas escolas de 2012 para 2016 para elaborar a provar a carreira dos docentes das escolas privadas que, em sua maioria, são escravos horistas. Com Mercadante tenho CERTEZA QUE O PRAZO IRÁ DE 2016 PARA NUNCA MAIS. E os professores das escolas privadas permanecerão escravos das horas desses patrões gulosos.
Uma pena mesmo!
Mercadante assume MEC e muda cúpula
Por Rafael Moraes Moura | Agência Estado – 2 horas 57 minutos atrásApesar da mobilização de servidores pela sua permanência, a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Malvina Tuttman, deve deixar o cargo com a posse, hoje, o novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O Inep é a autarquia do Ministério da Educação (MEC) que cuida do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O MEC deve passar por outras mudanças, com as saídas dos secretários Eliezer Pacheco (Educação Profissional e Tecnológica), Maria do Pilar (Educação Básica) e Carlos Augusto Abicalil (Articulação com os Sistemas de Ensino). Os substitutos ficarão a critério de Mercadante.
O secretário da Educação Superior, Luiz Cláudio Costa, continua na equipe, mas deve ser remanejado. Segundo a reportagem apurou, o nome dele é cotado para assumir a presidência do Inep - que teve três presidentes nos últimos três anos.
Na sexta-feira passada, a Associação de Servidores do Inep entregou a um assessor de Mercadante uma carta em que “manifesta sua preocupação com a possibilidade de mais uma substituição da alta gestão comprometer a continuidade de todo o processo de oxigenação, reestruturação, fortalecimento e aprimoramento científico e metodológico das atividades do órgão”.
Pesa contra Malvina o fato de não ser ligada politicamente ao PT. Uma hipotética substituição de Malvina por Luiz Cláudio Costa, cujo nome encontra resistência dentro do Inep, é vista mais como uma questão política.
Para os servidores, Malvina é um nome técnico que defendeu o instituto, tendo feito cobranças ao consórcio Cespe/Cesgranrio quanto à aplicação de provas, como o Enem.
No entanto, o ministro Fernando Haddad (Educação) não teria se empenhado em garantir a permanência da presidente no cargo, ao contrário, por exemplo, do que fez pela manutenção do diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, José Carlos de Freitas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O MEC deve passar por outras mudanças, com as saídas dos secretários Eliezer Pacheco (Educação Profissional e Tecnológica), Maria do Pilar (Educação Básica) e Carlos Augusto Abicalil (Articulação com os Sistemas de Ensino). Os substitutos ficarão a critério de Mercadante.
O secretário da Educação Superior, Luiz Cláudio Costa, continua na equipe, mas deve ser remanejado. Segundo a reportagem apurou, o nome dele é cotado para assumir a presidência do Inep - que teve três presidentes nos últimos três anos.
Na sexta-feira passada, a Associação de Servidores do Inep entregou a um assessor de Mercadante uma carta em que “manifesta sua preocupação com a possibilidade de mais uma substituição da alta gestão comprometer a continuidade de todo o processo de oxigenação, reestruturação, fortalecimento e aprimoramento científico e metodológico das atividades do órgão”.
Pesa contra Malvina o fato de não ser ligada politicamente ao PT. Uma hipotética substituição de Malvina por Luiz Cláudio Costa, cujo nome encontra resistência dentro do Inep, é vista mais como uma questão política.
Para os servidores, Malvina é um nome técnico que defendeu o instituto, tendo feito cobranças ao consórcio Cespe/Cesgranrio quanto à aplicação de provas, como o Enem.
No entanto, o ministro Fernando Haddad (Educação) não teria se empenhado em garantir a permanência da presidente no cargo, ao contrário, por exemplo, do que fez pela manutenção do diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, José Carlos de Freitas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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