Por que, filho, te perturbas a ponto de retardar os passos? Em que te incomoda o murmurar desta gente? Dante Alighieri
Do coração e outros corações
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Onde sonham os moradores de Pinheirinho
facebook de Bruna Alem Santinho
Imagem 87/107: 23.jan.2012 - Desabrigados dormem pela segunda noite na igreja Nossa senhora do Socorro, proximo à comunidade de Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), após a desocupação do bairro pela PM, no domingo (22). O local era ocupado desde 2004 por cerca de 1.600 famílias Mais Marlene Bergamo/Folhapress
Imagem 87/107: 23.jan.2012 - Desabrigados dormem pela segunda noite na igreja Nossa senhora do Socorro, proximo à comunidade de Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), após a desocupação do bairro pela PM, no domingo (22). O local era ocupado desde 2004 por cerca de 1.600 famílias Mais Marlene Bergamo/Folhapress
Braziu, alquimin e democracia tropical...
Em Berlim brasileiros repudiam a repressao em Pinheirnhos.
por Henrique Canary via facebook, hoje
Acabo de voltar de Sao Jose dos Campos. Há uma tristeza muito grande entre todos. Os moradores estão sendo mantidos isolados do resto da população, em um verdadeiro campo de concentração, com pulseiras, adesivos e controle de quem entra e sai. Muitos feridos, nenhuma morte confirmada. A prefeitura vai mandar os pertences dos moradores para um depósito em Osasco e depois vai derrubar as casas
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Braziu !
Justiça Federal suspende reintegração do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, São Paulo

Dois mil soldados da tropa de Choque da PM já em volta das dez mil pessoas noo bairro Pinheirinho. De um lado a tropa armada e de outro, os moradores. Não iriam entregar o bairro sem luta. Era d emadrugada de 17/1/2012, quando uma decisão da Justiça Federal impediu a desocupação das 10 mil pessoas do Pinheirinho. A decisão suspende temporariamente a ação da PM.
Dois mil soldados da tropa de Choque da PM já em volta das dez mil pessoas noo bairro Pinheirinho. De um lado a tropa armada e de outro, os moradores. Não iriam entregar o bairro sem luta. Era d emadrugada de 17/1/2012, quando uma decisão da Justiça Federal impediu a desocupação das 10 mil pessoas do Pinheirinho. A decisão suspende temporariamente a ação da PM.
A suspensão é temporária, mas a medida é importante vitória para todos os moradores do Pinheirinho. Se a ordem de despejo fosse cumprida, os sem-teto estavam dispostos a enfrentar a PM, mesmo com crianças, mulheres e idosos.
A notícia chegou às 5 horas e ocorreu uma enorme e comovente explosão de alegria. “O Pinheirinho é nosso! O Pinheirinho é nosso!”.
A notícia chegou às 5 horas e ocorreu uma enorme e comovente explosão de alegria. “O Pinheirinho é nosso! O Pinheirinho é nosso!”.
Os jornais desta terça-feira da regiao davam como certa a desocupação. O Portal Vale informava que cerca de 1.800 policiais militares deveriam participar da operação, considerada a maior reintegração de posse da história do Estado. “Vocês estão apontando para o lado errado, os criminosos estão do outro lado das barricadas' dizia uma carta dos moradores aos policiais
A suspensão foi determinada pela juíza Roberta Monza Chiari, em contraposição à decisão da juíza da 6ª. Vara Cível de São José dos Campos, Márcia Loureiro, responsável pela ordem de reintegração de posse.
A suspensão foi determinada pela juíza Roberta Monza Chiari, em contraposição à decisão da juíza da 6ª. Vara Cível de São José dos Campos, Márcia Loureiro, responsável pela ordem de reintegração de posse.
MAS, a Selecta, do conhecido Jaji Nahas, já está recorrendo da medida. Continua a ameaça de despejo sobre os moradores do Pinheirinho. Será que o tucanato - prefeito Cury e governador Alkmin, irão regularizar o bairro? Ou Nahas, o amigo de sempre mandará a PM contra os moradores?
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Todo apoio aos 10 mil moradores do Bairro Pinheirinho
Em São José dos Campos, São Paulo, o prefeito Eduardo Cury, dos tucanos põe a polícia no bairro Pinheirinho para expulsar 10 mil moradores. Apoiado por Alkmin (que já impôs a polícia na cracolândia, na USP) o prefeito cria baderna entre os moradores.
A cidade é para todos! Todo apoio aos moradores do Bairro Pinheirinho.
Via facebook http://solidariedadepinheirinho.blogspot.com/2012/01/alerta-maximo-contra-desocupacao-do.html
Alerta máximo contra a desocupação do Pinheirinho
O clima é de tensão na Ocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, com a possibilidade de a ordem de reintegração de posse, emitida pela juíza Márcia Faria Loureiro, ser cumprida pela Polícia Militar a qualquer momento.
São 10 mil pessoas, em sua maioria mulheres e crianças, ameaças por uma medida violenta, que pode provocar um verdadeiro desastre neste início de 2012.
Na semana passada, a Polícia Militar já invadiu a Ocupação, com mais de 100 policiais, numa operação que dizia buscar criminosos que se escondiam no local.
Mais do que buscar infratores, a operação faz parte da comum prática dos órgãos de repressão para tentar criminalizar e intimidar os movimentos sociais. Além disso, é uma espécie de preparação à desocupação que pode ocorrer a qualquer hora.
Na última sexta-feira, em protesto à ação da PM e contra a retirada das famílias, cerca de mil pessoas do Pinheirinho pararam a Via Dutra por quase uma hora.
Medida injustificada
A desocupação do Pinheirinho é uma medida absurda e totalmente injustificada.
A área, ocupada deste 2004, não cumpria nenhuma função social, estava abandonada e nem recolhia impostos à Prefeitura. Além disso, o terreno pertencia ao megaespeculador Naji Nahas, da falida Selecta.
Outro fato que revela como é descabida a ordem judicial de desocupação é a real intenção dos governos federal e estadual de regularizar a área.
Em todo este processo, a Prefeitura de São José dos Campos, comandada por Eduardo Cury (PSDB), é que tem sido o empecilho para a resolução do problema.
O Ministério das Cidades, do governo federal, inclusive, pediu à Justiça que a reintegração de posse seja adiada em pelo menos quatro meses, para que se encontre uma solução para o caso.
No documento, o governo federal solicita um prazo de 120 dias para que a situação seja analisada e que haja negociação para uma solução pacífica para o problema, além de contemplar as famílias com moradias. O documento é assinado pelo secretário Nacional de Programas Urbanos, Norman Oliveira.
Sindicatos da região, a CSP-Conlutas e outros movimentos estão organizando um movimento de resistência à desocupação. O alerta é máximo e as entidades convocar seus militantes a fazerem um cordão de isolamento para proteger as famílias sem-teto
São 10 mil pessoas, em sua maioria mulheres e crianças, ameaças por uma medida violenta, que pode provocar um verdadeiro desastre neste início de 2012.
Na semana passada, a Polícia Militar já invadiu a Ocupação, com mais de 100 policiais, numa operação que dizia buscar criminosos que se escondiam no local.
Mais do que buscar infratores, a operação faz parte da comum prática dos órgãos de repressão para tentar criminalizar e intimidar os movimentos sociais. Além disso, é uma espécie de preparação à desocupação que pode ocorrer a qualquer hora.
Na última sexta-feira, em protesto à ação da PM e contra a retirada das famílias, cerca de mil pessoas do Pinheirinho pararam a Via Dutra por quase uma hora.
Medida injustificada
A desocupação do Pinheirinho é uma medida absurda e totalmente injustificada.
A área, ocupada deste 2004, não cumpria nenhuma função social, estava abandonada e nem recolhia impostos à Prefeitura. Além disso, o terreno pertencia ao megaespeculador Naji Nahas, da falida Selecta.
Outro fato que revela como é descabida a ordem judicial de desocupação é a real intenção dos governos federal e estadual de regularizar a área.
Em todo este processo, a Prefeitura de São José dos Campos, comandada por Eduardo Cury (PSDB), é que tem sido o empecilho para a resolução do problema.
O Ministério das Cidades, do governo federal, inclusive, pediu à Justiça que a reintegração de posse seja adiada em pelo menos quatro meses, para que se encontre uma solução para o caso.
No documento, o governo federal solicita um prazo de 120 dias para que a situação seja analisada e que haja negociação para uma solução pacífica para o problema, além de contemplar as famílias com moradias. O documento é assinado pelo secretário Nacional de Programas Urbanos, Norman Oliveira.
Sindicatos da região, a CSP-Conlutas e outros movimentos estão organizando um movimento de resistência à desocupação. O alerta é máximo e as entidades convocar seus militantes a fazerem um cordão de isolamento para proteger as famílias sem-teto
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